Investidor Anjo: Startup pode ter e ser Simples Nacional

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Startups podem ser Simples Nacional e Ter Investidor Anjo?

Abrir uma startup tem se tornado uma das alternativas mais procuradas e eficazes quando o assunto é a  escalabilidade de um negócio, em meio a um mercado altamente competitivo. Neste momento, é comum se deparar com algumas dúvidas, como: “Uma startup pode ser Simples Nacional e ter Investidor Anjo?”.

Estamos falando de dois conceitos que, apesar de distintos, acabam se relacionando na gestão de uma startup. O que faz com que todo empreendedor que deseja abrir um novo negócio tenha em mente do que se trata.

Deste modo, o que você acha de compreender se uma startup pode ser enquadrada no Simples Nacional e ter investidor anjo? Acompanhe o nosso artigo e tire todas as suas dúvidas sobre este assunto!

Além disso, aprenda mais lendo o artigo: Imposto de Renda (IRPF) 2021 – Prazos, declarações e documentos.

Qual é o melhor regime tributário para uma startup?

Ao abrir uma startup, um empreendedor pode, em um primeiro momento, enquadrá-la no Simples Nacional. No entanto, você verá que, desde 2019, as startups encontram um outro modelo tributário disponível.

Todo empreendedor brasileiro precisa lidar com uma série de burocracias impostas pelo sistema tributário. Sendo que uma das principais e motivo de mais dúvidas é o enquadramento tributário de uma empresa.

Estamos falando da escolha do regime tributário de uma empresa, o que vai determinar como ela fará o recolhimento dos seus impostos. Neste sentido, os empreendedores encontram três opções distintas à disposição:

  • Simples Nacional;
  • Lucro Presumido;
  • Lucro Real.

Desta forma, o Simples Nacional é um regime indicado para as micro e pequenas empresas, que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. De forma simplificada, ele reúne todos os impostos pagos por uma empresa em uma única guia.

Sendo assim, uma startup recém-aberta pode escolher o Simples Nacional como regime tributário? De acordo com mudanças impostas sobre esse regime em 2019, dispostas no artigo 13 da Lei Complementar 167/2019, a resposta é não.

Startups x Simples Nacional

Como você pode compreender, as startups não podem recolher os seus tributos de forma unificada, por meio do Simples Nacional. No entanto, qual seria a opção mais viável para este modelo de negócios inovador?

Quando o assunto é a tributação para startups, é possível optar pelo enquadramento tributário no Inova Simples.

Estamos falando de um regime tributário que tem como objetivo impulsionar o crescimento de uma startup. Com isso, ele reduz o tempo que seria gasto com contabilidade, permitindo que os gestores invistam em sua atividade principal.

Sendo assim, ainda segundo a Lei Complementar, existem algumas regulamentações referentes ao  enquadramento tributário no Inova Simples. Confira a seguir:

  • Processo de abertura de startups simplificado, utilizando o portal Redesim;
  • Geração automática do CNPJ, após a realização do cadastro;
  • Maior facilidade no registro de uma marca;
  • Abertura de uma conta jurídica;
  • Garante os mesmos benefícios referentes ao Simples Nacional;
  • Processo de fechamento simplificado.

Portanto, as startups também podem se beneficiar por meio do Inova Simples. A fim de dar prosseguimento sobre o Simples Nacional e Investidor Anjo para startups, vamos compreender melhor o segundo ponto.

Leia também: Contabilidade Consultiva: Conheça os quatro métodos aplicados pela Numeric para ajudar na gestão do seu negócio.

Startups podem ter investidor anjo?

O investidor anjo cumpre um papel fundamental na gestão de uma startup. No entanto, a sua contribuição passa pelo regime tributário no qual uma startup está enquadrada.

De forma resumida, o investidor anjo é um investimento realizado por uma ou várias pessoas físicas que, por meio de capital próprio, investem no nascimento de uma startup com alto potencial de crescimento.

Sendo assim, no Inova Simples, é possível que uma startup receba o apoio de um investidor anjo. Isso porque, o investimento feito não seria incluído na renda de um negócio. Confira a seguir algumas regras dispostas na legislação:

  • O valor investido não pode integrar o capital social da startup;
  • O objeto social será exercido pelos sócios da startup;
  • Cabe a contabilidade demonstrar a entrada e direção dos valores investidos;
  • O investimento não será considerado como uma receita;
  • O investidor anjo não responde por possíveis dívidas da startup;
  • Entre outros.

Portanto, o investidor anjo não será um sócio de uma startup. Inclusive, ele pode até mesmo investir em diferentes negócios ao mesmo tempo.

Neste momento, é fundamental que os gestores de uma startup tenham o apoio de um serviço contábil especializado.

Como uma contabilidade pode ajudar uma startup?

Em decisões como enquadramento no Simples Nacional e Investidor Anjo, ter o suporte de uma contabilidade faz toda a diferença. Afinal, uma startup poderá sempre seguir o melhor caminho para o seu crescimento.

Com isso, saiba que a sua startup pode contar com os serviços especializados da Numeric. Somos compostos por um time de profissionais experientes para atender às suas necessidades da melhor maneira possível.

A Numeric tem larga experiência no atendimento a uma extensa gama de tipos de empresas e regimes tributários. Por isso, os nossos serviços podem atender a sua startup de forma eficiente, gerando bons resultados.

Aproveite para entrar em contato conosco e descobrir como as nossas soluções podem ajudar na gestão da sua startup! Estamos esperando o seu contato!

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